Há quatro décadas, Peter Drucker alertava que cada vez mais o homem caminhava para uma sociedade do conhecimento e que haveria uma forma de gerenciá-lo. Existe, então, a necessidade de empresas que aprendem, que estão em constante mudanças e adaptação ao mercado. As empresas brasileiras enfrentam muitos desafios quanto a essa gestão, pois há a necessidade de revisar conceitos e princípios dentro das mesmas.

Um dos exemplos de empresa que formulou um modelo de gestão de conhecimento foi o SERPRO – Serviço Federal de Processamento de Dados. É uma empresa vinculada ao Ministério da Fazenda, que surgiu com o objetivo de dar agilidade e modernizar os setores estratégicos da Administração Pública Brasileira, já que é uma empresa pública.

Desde 1997, a empresa implementa o modelo chamado de CGO. No Brasil, ela é considerada uma das primeiras empresas a adotar um modelo de Gestão do Conhecimento e presta serviços para a área de Tecnologia da Informação e Comunicações. A era do conhecimento parece surgir cada vez mais rapidamente e a globalização mostra novos rumos da economia mundial. É preciso adequar sistemas de produção a nova realidade e também alinhar a competitividade para se diferenciar no mercado.

Na nova Gestão do Conhecimento, os funcionários não são somente aqueles que trabalham sem pensar, mas aqueles que pensam e trabalham. Esse foco é dado quanto ao capital humano, pois as pessoas são a parte mais importante da empresa.